Eu sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã

malala 5 stars

 

 

“Eu venho de um pais que foi criado a meia noite. Quando eu quase morri, era um pouco depois do meio dia.” Malala Yousafzai

Nessa resenha, eu não tenho a mínima pretensão de avaliar a autobiografia de Malala Yousafzai. Falar bem ou mal é completamente irrelevante em vista de tamanha magnitude da história dessa garota de 16 anos. Uma história que vai muito além de religião e cultura, que transpassa qualquer barreira de preconceitos e ideias preconcebidas, uma demonstração de coragem sem limites, respeito pelo indivíduo e amor ao próximo. Tudo com um único objetivo de atender um grande desejo de ver uma nação com o direito básico a educação a todos e principalmente as mulheres e crianças, e por esse humilde desejo Malala foi baleada.

“Vamos pegar nossos livros e canetas, eles são as armas mais poderosas” Malala Yousafzai

Eu não me considero eloquente o suficiente para explanar mais sobre esse livro, mas tenho uma coisa para dizer: Como brasileira e conhecedora apenas do regime democrata, já que a ditadura já havia acabado quando nasci, é surpreendente as gritantes semelhanças entre eles e nós, a briga pelo poder a qualquer custo, os esforços do “poder” em manter a população analfabeta, talvez não no senso completo da palavra, mas com um nivel de escolaridade tão baixo que a simples interpretação de um texto se torna tarefa quase impossível.
Então deixo aqui uma única sugestão; coloque “Eu sou Malala” como seu próximo livro da lista.

“Nós percebemos a importância de nossas vozes somente quando somos silenciados” Malala Yousafzai

Sinopse

“Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida.

Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.

Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens.

O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã.

Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente.

“Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo.”

I Am Malala: The Girl Who Stood Up for Education and Was Shot by the Taliban

“We realize the importance of our voices only when we are silenced” Malala Yousafzai
In this review, I have not the slightest intention of evaluating the autobiography of Malala Yousafzai. Speaking good or bad is completely irrelevant in view of the magnitude of the history of this 16 year old girl. A story that goes far beyond religion and culture, which pierces any barrier of prejudices and preconceptions, a demonstration of boundless courage, respect for the individual and love for human being. All with a single goal of meeting a great desire to see a nation with the basic right to education for all and especially women and children, and because of this humble desire Malala was shot.

I don’t consider myself eloquent enough to deliberate about this book, but I have one thing to say: As a Brazilian and knowing only the democratic regime, since the dictatorship was over when I was born, it is surprising the great similarities between us and them, the fight for power at any cost, the efforts of the “power” to keep the population illiterate, maybe not in the full sense of the word, but with a lower educational level so that the simple interpretation of a text becomes almost impossible.

So here I leave a single suggestion; put “I am Malala” as the next book on your the list.

Synopses

“I come from a country that was created at midnight. When I almost died it was just after midday.

When the Taliban took control of the Swat Valley in Pakistan, one girl spoke out. Malala Yousafzai refused to be silenced and fought for her right to an education.

On Tuesday, October 9, 2012, when she was fifteen, she almost paid the ultimate price. She was shot in the head at point-blank range while riding the bus home from school, and few expected her to survive.

Instead, Malala’s miraculous recovery has taken her on an extraordinary journey from a remote valley in northern Pakistan to the halls of the United Nations in New York. At sixteen, she has become a global symbol of peaceful protest and the youngest nominee ever for the Nobel Peace Prize.

I Am Malala is the remarkable tale of a family uprooted by global terrorism, of the fight for girls’ education, of a father who, himself a school owner, championed and encouraged his daughter to write and attend school, and of brave parents who have a fierce love for their daughter in a society that prizes sons.

I Am Malala will make you believe in the power of one person’s voice to inspire change in the world.”

Text by Nayara Coelho malala (1)

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